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O coração das brasileiras está em perigo

A pesquisa Saúde Cardiovascular da Mulher Brasileira foi feita com os seguintes propósitos: avaliar os hábitos cotidianos e os fatores de risco cardíacos em pacientes assistidas em unidades básicas de saúde e centros de referências. Realizado pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) e pela Fundación MAPFRE, o trabalho teve as análises divididas em dois grupos de estudo.

No primeiro, foram avaliadas 93 605 pessoas acima de 18 anos, em mais de 500 unidades básicas de saúde da região metropolitana de São Paulo e da grande Campinas (três pessoas foram desclassificadas por ausência de critérios básicos, como idade ou sexo). Dentre os participantes, 62 200 eram mulheres e 31 402, homens — a participação deles ajudou a comparar pontos importantes relacionados ao sexo, como acesso ao sistema de saúde, hábitos de vida, prevalência de fatores de risco, níveis de estresse e risco cardiovascular de um evento futuro ocorrer nos próximos 10 anos.

Já a segunda análise abrangeu 2 234 pessoas, sendo 720 mulheres atendidas em diferentes unidades de saúde no Brasil, particulares ou públicas. Nesse caso, porém, a ideia era analisar o manejo dos pacientes com doença cardiovascular estabelecida. É que esse grupo apresenta um alto risco de sofrer um novo evento cardiovascular ou de morrer.


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