MAIORIA DOS FATORES DE RISCO PARA O CORAÇÃO É MODIFICÁVEL

Todos os anos, cerca de 400 mil pessoas morrem no Brasil em decorrência das doenças cardiovasculares. O número, que por si só já é extremamente alarmante, ganha uma proporção ainda maior por representar 30% das mortes do país (e do mundo).

O mais espantoso é que esse triste cenário poderia ser diferente se alterássemos comportamentos e condições que são as principais causas dessas enfermidades. É o caso do sedentarismo, da má alimentação, do tabagismo, da obesidade, da hipertensão, do diabetes e da dislipidemia (os níveis de colesterol e triglicérides elevados).

Apesar dos avanços tecnológicos e terapêuticos, temos progredido lentamente para mudar esse panorama. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é o mais sedentário da América Latina e o quinto no ranking global.

Como resultado, os índices de sobrepeso e obesidade só crescem. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021, cerca de 57% dos brasileiros estavam com sobrepeso e 22% se encontravam obesos. No ritmo em que estamos, a Federação Mundial de Obesidade estima que, até 2030, 30% dos adultos no Brasil terão obesidade.


Fonte: VEJA SAÚDE



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